O debate sobre a utilização de câmeras corporais precisa ser amplo, responsável e isonômico.
Para ampliar essa reflexão, a APRASC levou a discussão para um dos principais pontos da Capital catarinense, com um outdoor que questiona: por que a medida deve atingir apenas as Praças Policiais e Bombeiros Militares?
A APRASC segue atuante e vigilante na defesa dos direitos das Praças Militares catarinenses, acompanhando de perto os debates e lutando por decisões que respeitem a realidade da tropa e fortaleçam a Segurança Pública.
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