Praças em Ação: Soldados aprasquianos resgatam família após afogamento em Garopaba

Geral

APRASC repudia ataque a policial militar em Camboriú
09/10/2019

Diante do ataque ao policial militar da reserva Orlando Moreira, aprasquiano, vítima de um atentado em Camboriú, a APRASC, manifesta revolta pela tentativa de assassinato e vem a público repudiar mais um ataque contra um de nossos praças, que dão a vida para defender a sociedade. O atentado ocorreu na noite dessa segunda-feira (07/10) em Camboriú. O 3º sargento PM RR Moreira, de 63 anos, estava em frente a uma farmácia no bairro Monte Alegre quando um homem na carona de uma moto passou atirando. O policial foi atingido por cinco tiros. Imagens de câmeras de segurança mostram que o sargento estava no lado de fora da farmácia quando foi atingido e correu para dentro. Os tiros atingiram o joelho direito, a mandíbula, uma das mãos, o dorso e o abdômen do sargento. Levado ao Hospital Ruth Cardoso em estado grave, Orlando Moreira passou por cirurgia em que foi retirada uma parte do intestino. De acordo com a assessoria de comunicação do 12° BPM, a cirurgia foi considerada bem sucedida e o estado de saúde do policial militar é estável. O sargento foi transferido para um hospital em Florianópolis, onde permanece na UTI.

“É inaceitável a insegurança pela qual passam nossos praças, que zelam pela segurança da população. O Estado tem o dever de zela pela vida de quem protege a vida da comunidade. Tem a obrigação de oferecer melhores condições de trabalho e cuidar para que nossos praças não sejam alvos de criminosos nas horas de folga ou quando vão para a reserva e são reconhecidos como sendo PMs ou BMs. Não estou dizendo que são diferentes do cidadão comum, que tem de ser protegido igualmente. Mas nossos praças estão na linha de frente e são os primeiros a serem expostos ao perigo”, ressalta o presidente da APRASC, subtenente RR João Carlos Pawlick.

A Associação de Praças do Estado de Santa Cataria apoia a criação de um cadastro nacional de homicidas policias.

 

O projeto

De autoria do deputado federal Capitão Augusto (PL-SP), o projeto de lei propõe a criação de um banco de dados contendo informações relevantes sobre aqueles condenados por homicídio contra policiais. A APRASC argumenta que isso viabilizará um monitoramento e uma atuação preventiva das autoridades, o que, por certo, será fato inibidor para aqueles que se sintam encorajados a ceifar a vida dos policiais.

“Irá fortalecer a sociedade e gerar sensível aumento da sensação de segurança, sinalizando aos criminosos zelamos pelos agentes de segurança pública”, ressalta o presidente da associação, João Carlos Pawlick.

O PL nº 4535/16 foi aprovado nessa terça-feira (08/10), na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados e irá direto para o Senado Federal.
A APRASC avalia que o homicídio praticado contra os policiais, a exemplo do que aconteceu com Moreira, constitui uma epidemia, alarmante, inaceitável e cruel, que não deve e não pode ser ignorada.
Essas execuções sumárias e ataques não atingem somente as forças policiais, mas atingem, também, o próprio Estado de Direito, devendo ser combatidas e reprimidas com leis mais fortes, mais severas, mais intimidadoras e inibidoras das ações dos infratores da lei.

 

Suspeito do atentado foi morto em confronto com a PM

Na tarde dessa terça-feira (08/10), o 1º Batalhão da Polícia Militar, em Itajaí, informou que foi morto em confronto o suspeito de ter atirado contra o sargento Moreira. Trata-se de um rapaz de 18 anos, foi localizado no Loteamento São Pedro. Ele teria atirado ao ser abordado pelo Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT), que revidou. Segundo a PM, o homem tinha 19 passagens pela polícia, a maioria por tráfico de drogas. No local foi apreendido um revólver calibre .38, com 4 cápsulas, duas deflagradas. 

Investigação

A apuração está a cargo da Polícia Civil, em cooperação entre o setor de investigações de Camboriú e a Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Balneário Camboriú. O delegado Vicente Soares, responsável pelo caso, diz que nenhuma hipótese está descartada. Inclusive a de vingança de facções criminosas por mortes provocadas pela PM. A polícia está analisando as imagens das câmeras de monitoramento que flagraram o crime. O próximo passo será ouvir testemunhas.

*Com informações do portal NSC Total e do 12ºBPM

**Foto: Arquivo pessoal

[ Últimas notícias ]
POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES LUTANDO PELA SEGURANÇA DA SOCIEDADE
  • (48)3223-2241

Associação de Praças de Santa Catarina - Rua Raul Machado, 139 Centro - CEP: 88020-610 - Florianópolis/SC

Horário de funcionamento
Segunda a sexta-feira 8h às 12h e 14h às 18h