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Acusados de matar PM em Joinville são condenados a penas que, juntas, somam mais de 70 anos de prisão
11/05/2019

* NOTA DE ESCLARECIMENTO: Em virtude de algumas informações desencontradas, a APRASC ressalta que sua presença no julgamento do soldado PM Joacir se deu única e exclusivamente a fim de oferecer apoio e prestar solidariedade à família da vítima. A Associação não prestou assessoria jurídica, sendo os advogados contratados diretamente pela esposa da vítima, sem vínculo com a entidade. 

Depois de 17 horas de julgamento, o Tribunal do Júri de Joinville condenou os cinco réus acusados do assassinato de o cabo PM Joacir Roberto Vieira. As penas, somadas, totalizaram mais de 76 anos de prisão.

A maior reprimenda alcançou 29 anos e quatro meses de reclusão; a menor, cinco anos e quatro meses. Todos os acusados foram condenados por organização criminosa e apenas dois deles também foram responsabilizados pelo homicídio.

A sessão de julgamento, presidida pelo juiz Gustavo Henrique Aracheski, terminou por volta da 1h desta sexta-feira (10/05). O crime aconteceu em outubro de 2017, no interior de uma loja na zona Sul do município. O PM foi assassinado enquanto comprava um presente para o filho, que estava de aniversário. A vítima estava de folga naquele dia e foi surpreendida pela ação dos agentes. O policial tinha 43 anos, 19 dedicados à função militar. Ele era lotado no 17ºBPM, em Joinville.

Além de condenados por organização criminosa, Rodrigo Ferreira de Lima e Lucas Fernando Comandolli foram sentenciados por homicídio, com penas de 29 anos e quatro meses e 28 anos de prisão, respectivamente.

Também envolvido no crime, Jefferson Diego Padilha foi condenado a oito anos e dois meses. Já Rafael Vicente da Silva recebeu a pena de cinco anos e quatro meses, enquanto Grazieli de Freitas Oliveira foi condenada a cinco anos e quatro meses de prisão.

A APRASC acompanhou de perto o júri dos cinco acusados pelo assassinato do então cabo da Polícia Militar Joacir Roberto Vieira. O presidente da APRASC, subtenente da reserva João Carlos Pawlick, o diretor de relações públicas e imprensa, cabo RR Arlindo Polli Neto, e o vice-presidente da regional Norte, 1º sargento PM Ezequiel Queiroz, representaram a associação em uma manifestação junto com outros praças, na manhã de quinta-feira (09/05), em frente ao Fórum de Joinville, pedindo por justiça.

“Não podemos deixar isso impune. Fomos para pressionar por justiça, dando nosso apoio à família do cabo Joacir, praça aprasquiano que teve a vida ceifava lutando pela segurança da sociedade. O assassinato de um policial militar é um crime hediondo e precisa ser punido exemplarmente. Agora damos todo o apoio jurídico necessário à viúva do cabo Joacir para que haja a promoção pós-morte e ela receba o subsídio com a nova patente, a de sargento”, declarou o presidente João Carlos Pawlick.

 

***Com informações do Tribunal de Justiça e do NDOnline

*Foto do júri foi feita pelo Tribunal de Justiça

 

Confira o vídeo gravado pelo presidente da APRASC, João Carlos Pawlick, no dia 09/05, em frente ao Fórum de Joinville sobre o julgamento dos acusados do assassinato do cabo Joacir

 

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