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Regional Grande Florianópolis da APRASC faz a primeira reunião desta gestão
10/05/2019

A APRASC realizou, na noite de quinta-feira, dia 09/05, a primeira reunião da Regional Grande Florianópolis da gestão 2018-2021. O encontro ocorreu no auditório da Secretaria da Segurança Pública do Estado, na área continental da Capital. A mesa principal foi composta pelo vice-presidente regional da Grande Florianópolis, soldado Walter Teixeira; presidente da APRASC, subtenente RR João Carlos Pawlick; 1º tesoureiro, subtenente RR Pedro Paulo Rezena; diretor de relações pública e imprensa, cabo RR Arlindo Polli Neto; secretário-geral, soldado Anderson Gomes da Silva; pelo gerente-geral, subtenente RR Carlos Cristiano de Oliveira, e pelos advogados Leonardo Borchardt e Fernando Henrique Ferreira Silva.

O vice-presidente regional Grande Florianópolis abriu a reunião informando que o objetivo da convocação foi passar transparência a respeito dos trabalhos da APRASC aos associados da região, mostrando o que é desenvolvido em cada setor da associação. “Assumi a regional há cerca de um mês e decidi apresentar o que está sendo feito na APRASC, porque nossa meta é transparência”, disse o soldado Walter Teixeira.

Em seguida, Teixeira passou a palavra ao presidente. João Carlos Pawlick iniciou a fala dizendo que o trabalho como diretoria não é fácil. “Nós somos todos voluntários, trabalhamos pelo bem comum dos associados. Nenhum de nós é mais do que ninguém. Precisamos nos unir e necessitamos da ajuda de todos. Aprendemos na gestão a absorver críticas e nossa tarefa é levar ao associado a resposta para as demandas pedidas”.

 

Pawlick explicou aos presentes que as leis existentes norteiam a carreira dos praças e que a construção de um plano de carreira comum e melhor para todos os policiais militares é feita em conjunto. “É preciso que os associados se juntem às comissões internas que estão debatendo o tema do plano de carreira e das promoções. Não são 3 ou 4 que vão decidir o futuro de toda uma categoria.” E complementou: “Não trabalhamos sozinhos na diretoria. Temos toda uma assessoria jurídica, administrativa, e estamos lutando para resolver a questão da antiguidade. Há um Projeto de Lei (PL) construído pelo governo do Estado do qual a APRASC participou conversando com os comandos e com os deputados estaduais. Percorremos todos os gabinetes para explicar os impactos que uma lei como esta pode ter em toda uma carreira na PM. Agora o PL está para ser votado na ALESC ainda este mês. Estamos acompanhando de perto a questão”.

O presidente também falou sobre as perdas salariais no subsídio dos praças e afirmou que, se o governo do Estado não pagar as perdas, estimadas em 44% desde dezembro de 2015, a associação irá judicializar a reposição e responsabilizar o Executivo.

  

Sobre a atualização monetária do subsídio, o advogado Leonardo Borchardt informou que haverá, no dia 13 de junho, em Brasília, o julgamento de uma ação igual a esta de praças de outro Estado e que poderá levar a uma ação coletiva contemplando aos praças de todo o País. “Estaremos na capital federal acompanhando pessoalmente este julgamento e traremos todas as novidades aos associados”, disse Borchardt;

Borchard também tocou no critério de antiguidade. “Muitos praças já foram para a reserva sem serem promovidos, porque houve uma mudança de entendimento da PGE (Procuradoria Geral do Estado) sobre a contagem de tempo para as promoções. “Por isso, montamos, logo que assumimos o jurídico, no início do ano, um gabinete de crise, passando a dialogar com a procuradoria-geral e os desembargadores. O PL que foi feito pelo governo para definir como ficará a situação e que irá a votação na ALESC respeita os praças mais antigos, mas também contempla os mais novos”, afirmou Leonardo Borchardt.

O advogado salientou, ainda, que há uma estrutura de 12 escritórios regionais no interior do Estado para atender a todas as demandas judiciais dos praças que repercutem na carreira militar e que há uma funcionária do jurídico da APRASC que atua como intermediadora da comunicação entre os associados, o escritório central e os regionais, além da seção jurídica do site da APRASC para informações.

O cabo Arlindo Polli Neto, diretor de relações públicas e imprensa fez uma explanação sobre o trabalho realizado pela assessoria de comunicação da APRASC. “Reformulamos o setor para melhor atender às demandas de divulgação das nossas ações em todos os canais possíveis. Temos a rádio, o site, as mídias sociais, levando tudo o que é feito pela APRASC para o público externo. Investimos também em tecnologia da informação, dando maior capacidade à nossa rede de internet para agilizar os trabalhos, porque antes a nossa rede tinha muitas limitações”.

Polli ressaltou que é essencial a participação de todos os associados para formatar os trabalhos da assessoria de comunicação de acordo com as demandas dos praças. “Cada um deve informar o que acontece na sua região para podermos divulgar tudo o que fazemos e o que nossos associados fazem. Tudo o que acontecer no cotidiano dos praças será mostrado. Por isso também a importância das viagens que fazemos e das reuniões regionais, para conhecer as diferentes realidades dos nossos policiais e bombeiros militares”, disse o cabo Polli.

  

Por fim, a sargento Vanessa de Jesus Gonzaga, da DSPS (Serviço de Psicologia e Serviço Social da Diretoria de Saúde e Promoção Social da PMSC) e integrante da Comissão de Saúde e Promoção Social da APRASC, falou sobre a necessidade de se investir na atenção à saúde dos praças e ações sociais para eles. Vanessa, que também é psicóloga, disse que a associação acompanha de perto alguns casos ligados à atenção à saúde psicológica de policiais militares que requerem cuidados mais específicos, embora não possa aplicar recursos financeiros para este fim, devido a impedimentos do estatuto.

O 1º tesoureiro, subtenente Pedro Paulo Rezena, passou uma panorâmica sobre as finanças da APRASC e também relatou que o estatuto permite instituir uma fundação ligada à associação para trabalhar a questão social, projeto denominado Inova APRASC. "Esta fundação terá outro tipo de receita, separado do CNPJ e do caixa da APRASC, não tendo impacto algum nas contas da associação. Há outras instituições de assistência interessadas em nos ajudar neste projeto, que seria voltado só para ações beneficentes com financiamento através de parcerias. Mas tudo passará por assembleia para aprovação”, explica Rezena.

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