Parabéns guerreiros: 63 novos soldados bombeiros militares se formam em Florianópolis

Geral

Participe: ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA NESTA QUARTA-FEIRA, 9H, na sede da FECESC, em Florianópolis!
19/06/2018

 

Depois de diversas reuniões regionais, temos encontro marcado nesta quarta-feira, 20, às 9h, para decidir quais serão as ações da Aprasc para reivindicar e cobrar o pagamento de 3 anos de reposição salarial do governo de Santa Catarina.

▶️Além disso, também haverá informes jurídicos e deliberação sobre o ingresso de novas ações coletivas. Participe! 

▶️Entre em contato com diretor da Aprasc na sua região e viabilize sua vinda:
www.aprasc.org.br/contatos

Em reunião com a diretoria da Aprasc, juntamente com os Comandos da PMSC e do CBMSC, o coordenador executivo de Negociação e Relações Funcionais do Estado de Santa Catarina, Décio Vargas, disse, em nome do governo, que que não haverá reposição salarial neste ano para os policiais e bombeiros militares. O representante do governo Pinho Moreira, foi categórico ao afirmar que não existe qualquer possibilidade de negociação salarial com a PM e com o Corpo de Bombeiros. Como argumento, disse que, pela primeira vez, o governo ultrapassou o limite de gastos com pessoal e que para isso está cortando gastos, entre eles, cargos comissionados e funções gratificadas. “Não se discute a legitimidade da reivindicação, mas diante da atual realidade está inviabilizada qualquer negociação relativa à defasagem salarial”, disse Décio Vargas. 

O presidente da Aprasc, subtenente RR Edson Fortuna, lamentou o posicionamento do governo, reforçando que a defasagem no salário dos praças é bastante significativa e já chega a mais de 10%, nos últimos três anos. A Aprasc vai continuar a campanha pela Reposição Salarial Já e pretende acionar o Tribunal de Justiça para abrir um canal de negociação para tratar dessas perdas com a inflação. 

A Assembleia Geral da Aprasc do dia 24 de abril, em Florianópolis, aprovou como um dos possíveis encaminhamentos para buscar o pagamento da reposição salarial dos praças, que não ocorre há 3 anos, a possibilidade de acionar a mediação junto ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Essa foi uma saída utilizada em outros estados, em casos em que o governo do Estado se negou a negociar ou a receber a categoria. 

▶️As outras deliberações da Assembleia Geral foram: 

- Assembleia Geral permanece aberta e se torna Assembleia permanente, para que mantenha o debate sobre ações da categoria e as negociações com governo 

- Será acrescentada na pauta de reivindicações a possibilidade de incorporação da Iresa ao salário 

- Não será aceito nenhum tipo de diferenciação, de nenhuma ordem, em possíveis reajustes concedidos aos praças da ativa e da reserva

 

 

 

 

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